Escritora de textos que expressam o Cotidiano & Seus Clichês, que acometem à todos nós.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Tentando explicar Amor

A gente entende que ama quando não reconhece as razões pra dar perdão, quando não pensamos  em pensar duas, três, quatro e até dez vezes antes de chutar o balde. 
Pois é, não sou "phd" em Amor não é assim também e nem espero isso, mas percebo que com todos que amamos somos mais incisivos, mais persistentes, mais insistentes, somos sempre MAIS em algumas coisas.
Porque cá pra nós, indiferença com quem a gente sente Amor é algo surreal, impossível. 
Não estou dizendo que a gente tenha que aceitar tudo, que devemos desculpar todo erro existente, não, eu só quero mostrar que quando amamos somos soma, adição, múltiplas vidas em diversas situações.
Coisa que a gente não pode é perder o Amor próprio nunca, mas orgulho também não dá. Quando é Amor que a gente tem no peito, a gente tem que sempre tentar ver até onde pudermos pra fazer dar certo. Tem dia que a gente briga com o pai, mãe, periquito, papagaio, namorado, chefe, padeiro, entregador de jornal, até com o poste dependendo da situação.
E a gente fica incomodado, magoado, desentendido, aflorado. Mas diante de tudo, a gente repara que o Amor também irrita, que enche o saco às vezes, alguns doem muito, mas nunca são indiferentes.
Pulsam em nossas veias, exalam pelos poros, se estampam na nossa face. 
E mesmo que eu tente explicar, só vou gastar letras, porque definição mesmo a gente encontra em vários detalhes, mas a razão meu amigo...é controversa demais.
Prefiro Amar do explicar o que é Amor.
Joany Talon

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